Não
tenho a mínima dúvida de que coletivamente somos um povo altamente
consumista.
A experiência obtida no decorrer da minha vida profissional,
adicionada a inúmeros cursos de pós graduação
em finanças pessoais e comportamental do indivíduo, me convenceram
definitivamente que querer possuir tudo que nossos familiares,
amigos ou colegas já têm (e de preferência imediatamente) é algo
que a maioria dos seres humanos mais almejam.
Parece que nossos patrícios também não
conseguem reprimir este impulso tão intenso, muitas
vezes bem acima de suas possibilidades financeiras individuais e
familiares.
Acredito que adquirimos este mau hábito de nossos vizinhos
norte americanos, o povo mais consumista do mundo e que agora também estão
sofrendo a consequência deste péssimo costume.
Estamos agora
mesmo assistindo ao enorme fogo que foi ateado no palco
também chamado de 1o mundo sócio econômico e financeiro.
O Banco
Central do Brasil, nossa Presidenta e os melhores economistas não
podem nos garantir que não vamos
também nos tornar vítimas do
mesmo mal que atualmente assola governos e instituições
financeiras de tantos países do mundo inteiro. Nossas
autoridades preferem não divulgar dados alarmistas e quem sabe nem
cheguemos aos extremos que ocorrem atualmente na Grécia.
Sou um observador
neutro mas experiente, muito consciente e
atento ao que acontece ao meu redor e receio pelo constante e gradativo
inchaço da máquina do Estado Brasileiro em todos os seus segmentos
e que está ocorrendo desde alguns anos passados.
Situação exatamente semelhante ocorria nos países que agora
estão infectados pela crise e lutando desesperadamente contra
seus déficits gigantescos.
Por falar nisso, você amigo leitor, está devidamente preparado
para perder seu emprego e continuar mantendo seu atual status social etc por digamos um ano ou mais? Se estiver ou
não, continue lendo...
Lamento também que nosso povo permite passivamente
que este nosso Estado perdulário (não querendo citar algum termo mais
forte, porém verdadeiro) incremente continuamente e sem parar os
elevadíssimos tributos que pagamos, sem destinar suficientemente
os bilhões arrecadados, à nossa saúde pública, à educação fundamental
tão deficiente, à segurança de nos todos e finalmente
aos desamparados aposentados que contribuíram durante
suas vidas úteis com grande parcela dos seus ganhos para ter a garantia da velhice tranqüila
que mereceriam.
Apenas poucos têm suficiente renda e, por essa mesma
razão, pagam duplamente estes mesmos serviços de seus
próprios bolsos, mas que deveriam ser prestados pelo Estado
Brasileiro com os tributos arrecadados.
E como ficam aqueles muitos que não podem se dar ao luxo desta extravagância ?
Em
minhas palestras e seminários relacionadas com a importância da poupança pessoal fui sempre incentivador da edução financeira no
sentido das famílias criarem reservas
para momentos díficeis e
imprevistos de suas vidas e, consequentemente se tornassem
dependentes das absurdas taxas de juros praticados em nosso
país, que invariavelmente embutem pesados impostos
governamentais, além dos ganhos de intermediários etc.
Por
essa razão resolvi de agora em diante e, de vez em
quando, publicar quadros que criei originalmente desde 1990
em "Power Point" ou seja
imagens de situações óbvias e muito visuais que talvez
ajudem a alterar o comportamento de alguns dos meus leitores e outras
pessoas de suas relações.
Peço a ajuda de vocês amigos para divulgarem as
orientações de alguns desses quadros para quem necessita delas.
Possuo
um enorme acervo de imagens que valem cada uma por mil palavras e não
gostaria que se perdessem por falta de divulgação.
Caso
gostarem da idéia, favor se manifestarem
através do blog ou e-mail.
Abraço
de um planejador financeiro sncero, que gostaria
que nosso povo como um todo, tivesse uma vida menos atribulado e com mais
alegria e felicidade!
Até a
próxima publicação,
Louis Frankenberg- 18-10-2011
Blog; http://www.seufuturofinanceiro.blogspot.com/