Line $ Invest - Fundos Line $ Invest - Ações Line $ Invest - Tendências Line $ Invest - Notícias

Email:
Senha:
* Esqueci minha senha ?
* Cadastre-se

Saúde Financeira

Nosso programa visa a qualidade de vida dos funcionários e o aumento do lucro da empresa



Avaliação Financeira
G R Á T I S



Dr. Previdência        


LIVROS


Veja nossas indicações
e vá direto à Livraria


Planejamento Financeiro

O que é? como fazer?


Empréstimos

Veja a evoluçao das taxas nas principais modalidades


Reclamações

Veja os bancos mais reclamados em julho



Investimentos
Veja a rentabilidade média por categoria de Fundo


Histórico

Veja a evolução mensal dos principais indicadores financeiros

Invertia        
FINANCENTER Serviços
Planejamento Financeiro
Calculadoras
Investimentos
Empréstimos e Financiamentos
Indicadores Financeiros
Novidades no Financenter
Guia Profissional
Ranking
Dicas
Previdência
Cartões de Crédito
Imóveis
Consumidor
Notícias
Anuncie
Ajuda
Mapa
Fale Conosco
Busca
>> Notícias >> Menos restrições para os viajantes vai reduzir filas na chegada ao país
Menos restrições para os viajantes vai reduzir filas na chegada ao país


A Receita Federal quer concentrar as operações de fiscalização em portos, aeroportos e fronteiras terrestres em indivíduos que realmente possam estar trazendo contrabando ou drogas para o país. O fim das restrições, a partir desta semana, à entrada de produtos importados comprados para uso pessoal vai reduzir a burocracia da inspeção sobre as bagagens do turista comum e permitir que os fiscais se detenham em casos importantes. A medida também deve facilitar a vida do contribuinte, garantindo segurança jurídica e menos filas na chegada ao país.

— O mais importante é dar transparência aos critérios do Fisco e facilitar a vida do viajante — disse o assessor do ministro da Fazenda, Marcelo Fiche.

Dados da Infraero mostram que 13 milhões de passageiros brasileiros e estrangeiros embarcaram ou desembarcaram em voos internacionais nos aeroportos do país no ano passado.

Nos dois primeiros meses de 2010, foram 2,7 milhões.

Mantido o ritmo atual, este número pode fechar o ano em mais de 16 milhões de embarques e desembarques. Esta é apenas uma parte do potencial de pessoas a serem beneficiadas pela portaria assinada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, a ser publicada no Diário Oficial da União de hoje. O problema é que o número de fiscais não vem crescendo no mesmo ritmo.

A partir de hoje, relógios de pulso, câmeras fotográficas, celulares e outros aparelhos eletrônicos de uso pessoal — com exceção de computadores e filmadoras — não precisam ser declarados à Receita e não serão mais contabilizados na cota individual de produtos importados a que os passageiros têm direito (US$ 500 para quem viaja de avião e US$ 300 para quem cruza as fronteiras terrestres ou chega pelos portos).
O mesmo vale para roupas, acessórios e produtos de higiene pessoal.

A única condição é que estes produtos não apareçam repetidos nas bagagens.

Também estão sendo fixados limites individuais para a importação de bebidas alcoólicas (12 garrafas), cigarros (10 maços com 20 unidades cada), charuto (25 unidades) e cigarrilhas (250 gramas). Até então, as quantidades eram determinadas segundo o bom senso dos fiscais.

Computador não foi liberado pois prejudicaria indústria Os viajantes também não estão mais obrigados a entregar à Receita a Declaração de Saída Temporária de Bens (DST) antes de embarcar com laptops, câmeras fotográficas ou filmadoras fabricados em outros países. Mesmo assim, ainda é preciso ter em mãos um documento que prove que o aparelho pertence ao passageiro.

Podem ser notas fiscais ou placas de patrimônio para o caso de quem viaja a trabalho.

Sobre a mesa do ministro, que já trabalhava na medida há um mês e meio, esteve ainda uma proposta para a liberação da compra de um computador por viajante fora da cota individual, segundo fontes da Receita.

Mas ele descartou a possibilidade por considerar que poderia ser interpretada como uma iniciativa eleitoreira e ainda prejudicaria a indústria nacional, que hoje teria computadores a preços acessíveis.

A Receita deve publicar amanhã a Instrução Normativa com os detalhes da medida.

Os gastos dos brasileiros no exterior nunca foram tão altos, como mostram as estatísticas do Banco Central para o primeiro semestre deste ano (US$ 7 bilhões) e registraram aumento de 60% em relação ao mesmo período de 2009. O governo não espera que a medida venha aumentar o volume de compras.

Vivian Oswald
O Globo  02/08/2010






E-Mail: novo cenário pede unificação de serviços | A Internet deixou nossa vida melhor ou pior? | Suécia estuda acabar com o dinheiro | TIRE SEU DIPLOMA PELA INTERNET | Dívida é das maiores entre os emergentes | ONU: Brasil tem 3º pior desigualdade do mundo | Seguros obrigatórios | Mudar os professores ou mudar | Bovespa é o pior investimento de agosto | Brasil é o quinto país que mais usa redes sociais | Para não repetir velhos erros | Menos restrições para os viajantes vai reduzir filas na chegada ao país | A distribuição de renda e a teoria do bolo | Más escolhas, não geografia nem cultura, explicam crises | Valores humanos - a saúde | Mercado eleitoral | PIS e Pasep pagam R$ 9,4 bi | Bomba demográfica | A vida nunca foi tão boa | Uma revolução na teoria monetária

VoltarTopo da PáginaImprimir

Termos de Uso - Aviso Legal
Copyright © 2001-2009 Financenter - Todos os direitos reservados.