Line $ Invest - Fundos Line $ Invest - Ações Line $ Invest - Tendências Line $ Invest - Notícias

Email:
Senha:
* Esqueci minha senha ?
* Cadastre-se

Saúde Financeira

Nosso programa visa a qualidade de vida dos funcionários e o aumento do lucro da empresa



Avaliação Financeira
G R Á T I S



Dr. Previdência        


LIVROS


Veja nossas indicações
e vá direto à Livraria


Planejamento Financeiro

O que é? como fazer?


Reclamações
Veja o Ranking dos bancos mais reclamados


Histórico de taxas
Veja a evolução mensal e anual dos principais indicadores


Empréstimos
Veja a evolução das taxas dos principais tipos de empréstimos


Previsões
2012 e 2013

Veja as previsões para os principais indicadores


Fundos
Veja a rentabilidade média, por categoria de fundo

Invertia        
FINANCENTER Serviços
Planejamento Financeiro
Calculadoras
Investimentos
Empréstimos e Financiamentos
Indicadores Financeiros
Novidades no Financenter
Guia Profissional
Ranking
Dicas
Previdência
Cartões de Crédito
Imóveis
Consumidor
Notícias
Anuncie
Ajuda
Mapa
Fale Conosco
Busca
>> Dicas >> Investimentos >> Quais são os impactos do dólar na bolsa?
Quais são os impactos do dólar na bolsa?


A valorização
do real ante o dólar continua de vento em popa, a despeito da série de medidas que o governo já tomou para brecar tal processo. Ontem foi mais um dia desses. O dólar caiu abaixo de R$ 1,60, uma marca psicológica considerada importante pelo mercado. Isso um dia após o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciar o aumento do prazo mínimo para as captações externas das empresas sem pagar o IOF de 6% (de 360 para 720 dias).

Mas o que a queda do dólar e as medidas do governo para contê-la tem a ver com a bolsa? A depreciação do dólar prejudica as exportadoras e beneficia as companhias voltadas ao mercado doméstico. Ontem foi um dia típico desse movimento: as ações de exportadoras, como Vale, caíram, enquanto os papéis ligados à economia local, como os de varejo, consumo e de construtoras, subiram.

"Por enquanto, o governo está perdendo a batalha do câmbio para o mercado e isso tem impacto sobre as empresas de formas diferentes", diz o superintendente de renda variável da SulAmérica Investimentos, Ricardo Maeji.

    Ibovespa perde com concentração de exportadoras

Nessa queda de braço entre o real e o dólar, com a moeda brasileira levando a melhor, a bolsa tem mais a perder do que a ganhar, lembra Maeji. Isso porque as companhias exportadoras, que são as que mais perdem com a queda do dólar, possuem um peso bem maior dentro do Índice Bovespa do que as empresas ligadas à economia doméstica, explica o superintendente da SulAmérica.

"Esse cenário menos favorável ao Ibovespa deve continuar enquanto o governo não conseguir reverter a atual tendência do câmbio, que é claramente de valorização do real", afirma Maeji.

Não bastassem as incertezas com relação ao câmbio, as duas empresas mais importantes do Ibovespa (Petrobras e Vale) também passam por uma fase que não é das melhores. No caso da Petrobras, existe uma discussão pública entre o comando da companhia e o governo sobre a possibilidade de aumentar ou não o preço dos combustíveis, dada a valorização do petróleo no mercado internacional. Já a Vale continua sob os efeitos das dúvidas sobre o nível de ingerência do governo na nova gestão da companhia.

Os impactos da queda do dólar sobre a bolsa não se limitam apenas à perda das exportadoras e ao ganho das empresas domésticas. A impressão de que o governo está perdido e perdendo a batalha para conter a desvalorização da moeda americana vem causando bastante desconforto no mercado. "O governo parece não saber bem o que fazer para conter o câmbio, isso deixa os investidores em dúvida sobre a credibilidade dessa equipe econômica, além de todos os dias ficarem à espera de que novas medidas virão", diz o diretor de uma corretora. Ontem, o Ibovespa fechou em alta de apenas 0,20%, aos 69.176 pontos.

Daniele Camba é repórter de Investimentos

Valor Econômico - 08/04/2011





Links Relacionados

Saiba tudo sobre Investimentos


ONDE INVESTIR EM 2012 | CVM passa a exigir mais informações de carteiras | O mito do ranking de rentabilidade | Bovespa tem o melhor mês de janeiro dos últimos seis anos | As armadilhas que o cérebro prega ao bolso | Perguntas e respostas sobre investimentos em tempos de crise | Redes sociais investem na Bolsa e animam fantasma de uma nova bolha da internet | Vendas no Tesouro Direto crescem 82% no semestre | Por que o Brasil é campeão mundial de juros altos | Selic deve indexar a poupança | CVM quer mais competição na indústria de fundos | 10 anos do Tesouro Direto | Mudanças na Petrobrás | Governo erra no subsídio a investimentos | Brasileiro perde com a crise aqui e lá fora | Estímulo para investir | Brasil continua a ter o juro real mais elevado do mundo, de 6,8% | Poupar? Que nada! | Confiança se baseia em fatores inconscientes, diz pesquisa | Quais são os impactos do dólar na bolsa? | Os investimentos e o império da lei | CVM deve reduzir total de cotistas permitido em clubes | Áreas cerebrais disputam decisão de gastar ou poupar | Opções à caderneta de poupança para o pequeno aplicador | A qualidade das escolhas

VoltarTopo da PáginaImprimir

Termos de Uso - Aviso Legal
Copyright © 2001-2009 Financenter - Todos os direitos reservados.